O deputado federal Gustavo Fruet pode até compor a equipe do governador eleito Beto Richa. Ele deverá ser o titular da pasta de Desenvolvimento Regional, que cuidará das regiões metropolitanas. Mas isso não significa que ele abre mão de reivindicar a indicação como candidato do PSDB à prefeitura de Curitiba nas eleições de 2.012.
Correligionários de Fruet e até mesmo alguns tucanos próximos a Beto Richa defendem a candidatura de Fruet. Ponderam que quem fez 2,5 milhões de votos na disputa pelo Senado, e foi o candidato mais votado em Curitiba, com 647 mil votos, está mais do que credenciado para pleitear a cadeira hoje ocupada por Luciano Ducci.
O problema pode ser o compromisso que Richa tem com Ducci, Nesta quinta-feira, ao visitar a Assembléia Legislativa, o governador eleito reafirmou seu apoio à reeleição de Ducci e disse que uma candidatura “precoce” de Fruet pode gerar “distúrbios”.
Mas há quem lembre que assim como Beto Richa rompeu o acordo que tinha com Osmar Dias às eleições de 2.010, a aliança entre PSDB e PSB também pode ruir nas eleições de 2.012.
Como a eleição é em dois turnos alguns já sugerem que cada partido lance seu candidato, deixando a aliança para o segundo turno.
Só em fevereiro
Gustavo Fruet só vai assumir o cargo no governo Beto Richa em fevereiro.
Quer, primeiro, concluir seu mandato de deputado federal, que termina no dia 31 de janeiro.
Uma forma de evitar em pleno mês de recesso parlamentar assuma o suplente.
Mas tem mais uma questão: a secretaria que irá ocupar terá ainda que ser criada e estruturada, o que será possível após Richa assumir o governo.
Nada a ver
Correligionários de Fruet asseguram que uma eventual saída de Eleonora Fruet da secretaria municipal de Educação não tem nada a ver com questões políticas, notadamente as eleições de 2.012.
Se ela sair será por motivos pessoais.
Perto de Curitiba
A Secretaria de Desenvolvimento Regional cai como uma luva para Gustavo Fruet na sua pretensão de disputar a prefeitura em 2.012.
É que pela primeira vez nos 12 anos que exerceu o mandato de deputado federal poderá estar em Curitiba quase em tempo integral.
Beto anuncia auditoria
Ao visitar a Assembléia Legislativa nesta quinta-feira, Beto Richa não descartou fazer uma auditoria logo após assumir o governo.
Uma forma, segundo ele, de mostrar a “real” situação do Estado.
Apoio do PMDB
Beto afirmou que o apoio da maioria dos deputados do PMDB ao seu governo é “uma grande força” que, segundo ele, vai contribuir para que faça “um bom governo”.
“Não vai se entregar”
Diante da repercussão da adesão de oito deputados do PMDB ao governo Beto Richa e a ida de Luiz Cláudio Romanelli para a Secretaria do Trabalho, o presidente regional do partido, deputado Waldyr Pugliesi, volta a afirmar que isto não significa adesão total ao futuro governo.
Segundo ele, o que aconteceu até o momento foi uma decisão da bancada de liberar deputados que sejam convidados para integrar o novo governo.
-- A nossa posição é republicana. O PMDB não vai se entregar, não se entregou nunca, e não vai ser agora, disse Pugliesi, disse.
Iapar, Ceasa, Emater e Codapar
O governador eleito Beto Richa indicou nesta quinta-feira os futuros presidentes de quatro órgãos ligados à atividade agropecuária.
O novo presidente do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) será Florindo Dalberto. A presidência da Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa) será ocupada por Luiz Damaso Gusi. No Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), o presidente será Rubens Ernesto Niederheitmann. A Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar) será presidida por Silvestre Staniszewski.
Só seis votaram contra
Dos 23 parlamentares paranaenses presentes à sessão da Câmara Federal que aprovou reajuste de 62% nos salários dos deputados federais, apenas seis votaram contra – Alfredo Kaefer e Gustavo Fruet, do PSDB; Reinhold Stephanes e Marcelo Almeida, do PMDB; Assis do Couto, do PT; e Hidekasu Takayama, do PSC.
Votaram a favor os deputados Alceni Guerra, Luiz Carlos Setim e Cassio Taniguchi, do DEM; Alex Canziani, do PTB; Andre Vargas e Angelo Vanhoni, do PT; Cezar Silvestri, do PPS; Dilceu Sperafico, Nelson Meurer e Ricardo Barros, do PP; Luiz Carlos Hauly, do PSDB; Rodrigo Rocha Loures, Moacir Micheletti, Odílio Balbinotti e Osmar Serraglio, do PMDB; Ratinho Junior, do PSC; e Wilson Picler, do PDT.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Para Requião, richistas do PMDB viraram “corretores de favores”
Os deputados do PMDB – oito dos 13 eleitos – que aderiram ao governo Beto Richa se transformaram em “corretores de favores e recursos”. A afirmação é do senador eleito Roberto Requião, que, em entrevista exclusiva a este horaH, disse que eles receberão do futuro governador tudo o que ele se negou a dar: liberação de emendas e mando político.
Requião, no entanto, diz que não está “revoltado” com esta situação.
Mas “entristecido” porque é mais uma prova que o que prevalece hoje, não apenas no Paraná, mas em todo o Brasil, é o “fisiologismo”.
-- Os deputados não imaginam a vida sem emendas. Eles se alegraram com o Pessuti, que estabeleceu a visão fisiológica. Ficaram com o Pessuti contra mim. Agora se alegram com o Beto. Os deputados não foram eleitos para distribuir recursos, mas para legislar e fiscalizar o governo, cobrou.
Não há como comparar
O ex-governador Roberto Requião rebate aqueles que dizem se repete agora o que aconteceu em seu governo, quando abrigou os tucanos de bico vermelho.
Lembrou que em 2.006 o PSDB não teve candidato ao governo e que os tucanos que o apoiaram abraçaram seu programa de governo e fizeram campanha para elegê-lo.
Nestas eleições o PMDB tinha candidato ao governo e as urnas o colocaram na oposição, lembrou.
O futuro do PMDB
Requião comemora o fato de o PMDB não se resumir apenas à estrutura parlamentar porque se fosse – disse – estaria acabado.
Não teria nunca mais um candidato.
Mas não é assim.
-- O PMDB renasce das bases, afirma.
Sem trégua
O governador Orlando Pessuti quer uma “trégua” com seu antecessor e até mandou um emissário para pedir que cessem as provocações.
Requião não quis nem ouvir.
Para ele não haverá trégua “porque o problema é com o Estado, não comigo”.
Só o aditivo
E para provar que não admite trégua, o senador provoca Pessuti por conta da reinauguração do Palácio Iguaçu.
Diz que o que Pessuti vai inaugurar é apenas o “aditivo” (8 milhões de reais acima do custo orçado para a obra).
-- A obra eu já inaugurei. Ele vai inaugurar o aditivo e dançar o kuduru (dança originária de Angola), provocou.
Não foi convidado
Requião não foi convidado para a festa, mas mesmo se fosse não iria.
-- É preciso ter um mínimo de seriedade, afirmou.
O custo da festa
Requião rebate Pessuti que disse que a festa de reinauguração do Palácio Iguaçu não irá custar um centavo aos cofres públicos porque será bancada pelo Banco do Brasil e pela CEF.
-- Vai custar os 8 milhões do aditivo e 1,5 milhão de reais da festa. O dinheiro do Banco do Brasil é para obras no Paraná. Daria para construir uma escola, mas o Pessuti fez uma festa, acusou.
A polêmica da aposentadoria
Requião justificou sua decisão de reivindicar a aposentadoria como ex-governador.
Segundo ele, o fez para poder bancar “o custo da defesa do Estado”.
Lamentou que enquanto aqueles que delapidaram o Estado continuam soltos, a cada dia ele sofre um novo processo e é obrigado a pagar indenizações.
-- O que queriam que eu fizesse? Vendesse minha casa? questionou.
Queda de braço
Está havendo uma queda de braço entre dois importantes assessores do governador eleito Beto Richa – Ezequias Moreira e Deonilson Roldo.
Segundo fontes próximas ao escritório político de Richa, Ezequias não admite que Deonilson fique próximo ao governador, o que significa tirar de suas mãos a chefia de gabinete.
O esforço é no sentido de levá-lo para a Secretaria de Comunicação, exatamente o cargo que Deonilson quer reservar para Marcelo Cattani.
Triunvirato
Deonilson Roldo forma com Marcelo Cattani e Paulino Viapiana um triunvirato, dizem os mais maldosos.
Viapiana será o secretário da Cultura e se Deonilson for indicado secretário de Comunicação, Cattani seria o único a não ser contemplado com um cargo no governo Richa.
Poderia ficar no ostracismo porque não há garantia que o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, o mantenha no cargo quando fizer a reforma de seu secretariado em janeiro.
Diplomação dos eleitos
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná realiza nesta sexta-feira, às 16 horas, no Teatro Positivo, a sessão solene de diplomação dos eleitos em 3 de outubro.
Serão diplomados o governador, o vice-governador, dois senadores e seus suplentes, 30 deputados federais e 54 deputados estaduais.
Também serão diplomados cinco suplentes de cada partido ou coligação.
Alvaro assume liderança do PSDB
O senador Alvaro Dias assumiu, oficialmente, nesta quarta-feira, a liderança do PSDB no Senado.
Alvaro Dias já havia sido escolhido para liderar o PSDB em fevereiro deste ano, mas devido à agenda eleitoral do partido, a oficialização foi adiada.
Alvaro Dias substitui o senador Arthur Virgílio e vai liderar uma bancada de 13 senadores, conduzindo reuniões e votações em plenário.
Requião, no entanto, diz que não está “revoltado” com esta situação.
Mas “entristecido” porque é mais uma prova que o que prevalece hoje, não apenas no Paraná, mas em todo o Brasil, é o “fisiologismo”.
-- Os deputados não imaginam a vida sem emendas. Eles se alegraram com o Pessuti, que estabeleceu a visão fisiológica. Ficaram com o Pessuti contra mim. Agora se alegram com o Beto. Os deputados não foram eleitos para distribuir recursos, mas para legislar e fiscalizar o governo, cobrou.
Não há como comparar
O ex-governador Roberto Requião rebate aqueles que dizem se repete agora o que aconteceu em seu governo, quando abrigou os tucanos de bico vermelho.
Lembrou que em 2.006 o PSDB não teve candidato ao governo e que os tucanos que o apoiaram abraçaram seu programa de governo e fizeram campanha para elegê-lo.
Nestas eleições o PMDB tinha candidato ao governo e as urnas o colocaram na oposição, lembrou.
O futuro do PMDB
Requião comemora o fato de o PMDB não se resumir apenas à estrutura parlamentar porque se fosse – disse – estaria acabado.
Não teria nunca mais um candidato.
Mas não é assim.
-- O PMDB renasce das bases, afirma.
Sem trégua
O governador Orlando Pessuti quer uma “trégua” com seu antecessor e até mandou um emissário para pedir que cessem as provocações.
Requião não quis nem ouvir.
Para ele não haverá trégua “porque o problema é com o Estado, não comigo”.
Só o aditivo
E para provar que não admite trégua, o senador provoca Pessuti por conta da reinauguração do Palácio Iguaçu.
Diz que o que Pessuti vai inaugurar é apenas o “aditivo” (8 milhões de reais acima do custo orçado para a obra).
-- A obra eu já inaugurei. Ele vai inaugurar o aditivo e dançar o kuduru (dança originária de Angola), provocou.
Não foi convidado
Requião não foi convidado para a festa, mas mesmo se fosse não iria.
-- É preciso ter um mínimo de seriedade, afirmou.
O custo da festa
Requião rebate Pessuti que disse que a festa de reinauguração do Palácio Iguaçu não irá custar um centavo aos cofres públicos porque será bancada pelo Banco do Brasil e pela CEF.
-- Vai custar os 8 milhões do aditivo e 1,5 milhão de reais da festa. O dinheiro do Banco do Brasil é para obras no Paraná. Daria para construir uma escola, mas o Pessuti fez uma festa, acusou.
A polêmica da aposentadoria
Requião justificou sua decisão de reivindicar a aposentadoria como ex-governador.
Segundo ele, o fez para poder bancar “o custo da defesa do Estado”.
Lamentou que enquanto aqueles que delapidaram o Estado continuam soltos, a cada dia ele sofre um novo processo e é obrigado a pagar indenizações.
-- O que queriam que eu fizesse? Vendesse minha casa? questionou.
Queda de braço
Está havendo uma queda de braço entre dois importantes assessores do governador eleito Beto Richa – Ezequias Moreira e Deonilson Roldo.
Segundo fontes próximas ao escritório político de Richa, Ezequias não admite que Deonilson fique próximo ao governador, o que significa tirar de suas mãos a chefia de gabinete.
O esforço é no sentido de levá-lo para a Secretaria de Comunicação, exatamente o cargo que Deonilson quer reservar para Marcelo Cattani.
Triunvirato
Deonilson Roldo forma com Marcelo Cattani e Paulino Viapiana um triunvirato, dizem os mais maldosos.
Viapiana será o secretário da Cultura e se Deonilson for indicado secretário de Comunicação, Cattani seria o único a não ser contemplado com um cargo no governo Richa.
Poderia ficar no ostracismo porque não há garantia que o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, o mantenha no cargo quando fizer a reforma de seu secretariado em janeiro.
Diplomação dos eleitos
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná realiza nesta sexta-feira, às 16 horas, no Teatro Positivo, a sessão solene de diplomação dos eleitos em 3 de outubro.
Serão diplomados o governador, o vice-governador, dois senadores e seus suplentes, 30 deputados federais e 54 deputados estaduais.
Também serão diplomados cinco suplentes de cada partido ou coligação.
Alvaro assume liderança do PSDB
O senador Alvaro Dias assumiu, oficialmente, nesta quarta-feira, a liderança do PSDB no Senado.
Alvaro Dias já havia sido escolhido para liderar o PSDB em fevereiro deste ano, mas devido à agenda eleitoral do partido, a oficialização foi adiada.
Alvaro Dias substitui o senador Arthur Virgílio e vai liderar uma bancada de 13 senadores, conduzindo reuniões e votações em plenário.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Rossoni fecha chapa
O deputado Valdir Rossoni, do PSDB, fechou nesta terça-feira a chapa que irá governar os destinos da Assembléia Legislativa a partir de 1º de fevereiro. A novidade fica por conta do PMDB, que terá dois cargos na futura mesa – a primeira vice-presidência e a terceira secretaria.
De todos os partidos que terão bancadas na Casa, apenas o PT não integra a chapa de Rossoni, já que decidiu, em reunião do diretório estadual, não compor com o tucano e se abster da votação.
-- Conseguimos reunir em torno da nossa chapa todos os apoios necessários para dar um novo rumo à Assembléia Legislativa, comemorou o deputado.
A chapa
A chapa está assim composta: presidência – Valdir Rossoni (PSDB); primeira vice-presidência – Artagão de Mattos Leão Júnior (PMDB); segunda vice-presidência – Augustinho Zucchi (PDT); terceira vice-presidência – Douglas Fabrício (PPS); segunda secretaria – Reni Pereira (PSB); terceira secretaria – Stephanes Júnior (PMDB); quarta secretaria – Ney Leprevost (PP); e quinta secretaria – Fábio Camargo (PTB).
PPS muda representante
O PPS indicou o deputado Douglas Fabrício para compor a mesa depois da “revolta” de Marcelo Rangel que não aceitou que seu partido permaneça no mesmo cargo que ocupa há quatro anos.
Romanelli é secretário
O deputado Luiz Cláudio Romanelli será o representante do PMDB no governo Beto Richa.
Será o futuro secretário do Trabalho.
Mario Celso na Secretaria da Copa
O governador eleito Beto Richa convidou o vereador Mario Celso Cunha (PSDB) para assumir a Secretaria Especial para Assuntos da Copa do Mundo, hoje sob comando do também vereador Algaci Tulio (PMDB).
PT reforça bancada
Com a ida de Romanelli para o governo quem sai ganhando é o PT, já que o primeiro suplente da coligação que apoiou a candidatura do senador Osmar Dias ao governo do Estado é Elton Welter.
De olho na vaga
Mas, diante da decisão do STF, na última quinta-feira, quem está de olho na vaga de Romanelli é o primeiro suplente do PMDB, Gilberto Martin.
O Supremo decidiu que a vaga é do partido não da coligação.
O STF concedeu liminar a um mandado de segurança impetrado pelo diretório nacional do PMDB que reivindicava para a primeira suplente do partido, Raquel Duarte Carvalho, a vaga decorrente da renúncia do deputado Natan Donadon, de Roraima, ocorrida no último dia 27 de outubro.
Por maioria de votos, os ministros do STF entenderam que a vaga deve ser ocupada pelo primeiro suplente do partido e não da coligação.
A dúvida fica por conta se esta decisão vale apenas em caso de renúncia ou de licença, também.
Beto já tem apoio de oito deputados do PMDB
Oito dos treze deputados que irão compor a bancada do PMDB na Assembleia Legislativa, a partir de 1º de fevereiro, já estão na base de apoio do governador eleito Beto Richa.
Além dos três parlamentares que apoiaram a candidatura de Beto Richa – Luiz Cláudio Romanelli, Alexandre Curi e Stephanes Júnior – aderiram ao novo governo os deputados Jonas Guimarães, Cleiton Kielse, Teruo Kato, Luiz Eduardo Cheida e Artagão Júnior.
Caso até 1º de fevereiro nada mude, estarão na oposição os deputados Waldyr Pugliesi, Caito Quintana, Nereu Moura, Ademir Bier e Anibelli Neto.
Base terá 42 deputados
A base aliada de Beto Richa terá 42 deputados, segundo seu futuro líder na Assembleia Legislativa, Ademar Traiano.
Isso significa que o futuro governador já conseguiu atrair o apoio de 16 deputados que estavam no palanque adversário.
Tranquilidade
Com uma base com 42 deputados, o futuro líder de Beto, Ademar Traiano não terá trabalho.
A não ser “resolver conflitos políticos” nas bases dos deputados.
Traiano ironiza a situação.
-- É uma pena. Não queria ser um líder para fazer a turma levantar e sentar. Queria sofrer um pouco...
Acordo fechado
O Tribunal de Justiça e o Ministério Público aceitaram o acordo proposto pelo governador eleito Beto Richa e irão receber, no ano que vem, respectivamente, 1,5 bilhão e 436 milhões de reais.
O restante está condicionado ao aumento da arrecadação.
Caso isso se concretiza, o TJ terá, no ano que vem, 1 bilhão e 105 milhões de reais; e o MP 454 milhões.
Co-responsabilidade
Pelo acordo, o Tribunal de Justiça se compromete a ajudar o governo a aumentar a arrecadação e o fará cobrando os devedores do ICMS que estão na divida ativa.
Isso será feito através das novas quatro Varas de Execução que irá instalar.
Esta dívida soma 11,7 bilhões de reais.
Bom senso
Para o futuro líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano, prevaleceu o bom senso.
-- O Judiciário advogava uma conquista inédita. Era natural que não quisesse ceder. Houve momentos de discussão cerrada, mas cada um cedeu um pouco, disse Traiano.
De todos os partidos que terão bancadas na Casa, apenas o PT não integra a chapa de Rossoni, já que decidiu, em reunião do diretório estadual, não compor com o tucano e se abster da votação.
-- Conseguimos reunir em torno da nossa chapa todos os apoios necessários para dar um novo rumo à Assembléia Legislativa, comemorou o deputado.
A chapa
A chapa está assim composta: presidência – Valdir Rossoni (PSDB); primeira vice-presidência – Artagão de Mattos Leão Júnior (PMDB); segunda vice-presidência – Augustinho Zucchi (PDT); terceira vice-presidência – Douglas Fabrício (PPS); segunda secretaria – Reni Pereira (PSB); terceira secretaria – Stephanes Júnior (PMDB); quarta secretaria – Ney Leprevost (PP); e quinta secretaria – Fábio Camargo (PTB).
PPS muda representante
O PPS indicou o deputado Douglas Fabrício para compor a mesa depois da “revolta” de Marcelo Rangel que não aceitou que seu partido permaneça no mesmo cargo que ocupa há quatro anos.
Romanelli é secretário
O deputado Luiz Cláudio Romanelli será o representante do PMDB no governo Beto Richa.
Será o futuro secretário do Trabalho.
Mario Celso na Secretaria da Copa
O governador eleito Beto Richa convidou o vereador Mario Celso Cunha (PSDB) para assumir a Secretaria Especial para Assuntos da Copa do Mundo, hoje sob comando do também vereador Algaci Tulio (PMDB).
PT reforça bancada
Com a ida de Romanelli para o governo quem sai ganhando é o PT, já que o primeiro suplente da coligação que apoiou a candidatura do senador Osmar Dias ao governo do Estado é Elton Welter.
De olho na vaga
Mas, diante da decisão do STF, na última quinta-feira, quem está de olho na vaga de Romanelli é o primeiro suplente do PMDB, Gilberto Martin.
O Supremo decidiu que a vaga é do partido não da coligação.
O STF concedeu liminar a um mandado de segurança impetrado pelo diretório nacional do PMDB que reivindicava para a primeira suplente do partido, Raquel Duarte Carvalho, a vaga decorrente da renúncia do deputado Natan Donadon, de Roraima, ocorrida no último dia 27 de outubro.
Por maioria de votos, os ministros do STF entenderam que a vaga deve ser ocupada pelo primeiro suplente do partido e não da coligação.
A dúvida fica por conta se esta decisão vale apenas em caso de renúncia ou de licença, também.
Beto já tem apoio de oito deputados do PMDB
Oito dos treze deputados que irão compor a bancada do PMDB na Assembleia Legislativa, a partir de 1º de fevereiro, já estão na base de apoio do governador eleito Beto Richa.
Além dos três parlamentares que apoiaram a candidatura de Beto Richa – Luiz Cláudio Romanelli, Alexandre Curi e Stephanes Júnior – aderiram ao novo governo os deputados Jonas Guimarães, Cleiton Kielse, Teruo Kato, Luiz Eduardo Cheida e Artagão Júnior.
Caso até 1º de fevereiro nada mude, estarão na oposição os deputados Waldyr Pugliesi, Caito Quintana, Nereu Moura, Ademir Bier e Anibelli Neto.
Base terá 42 deputados
A base aliada de Beto Richa terá 42 deputados, segundo seu futuro líder na Assembleia Legislativa, Ademar Traiano.
Isso significa que o futuro governador já conseguiu atrair o apoio de 16 deputados que estavam no palanque adversário.
Tranquilidade
Com uma base com 42 deputados, o futuro líder de Beto, Ademar Traiano não terá trabalho.
A não ser “resolver conflitos políticos” nas bases dos deputados.
Traiano ironiza a situação.
-- É uma pena. Não queria ser um líder para fazer a turma levantar e sentar. Queria sofrer um pouco...
Acordo fechado
O Tribunal de Justiça e o Ministério Público aceitaram o acordo proposto pelo governador eleito Beto Richa e irão receber, no ano que vem, respectivamente, 1,5 bilhão e 436 milhões de reais.
O restante está condicionado ao aumento da arrecadação.
Caso isso se concretiza, o TJ terá, no ano que vem, 1 bilhão e 105 milhões de reais; e o MP 454 milhões.
Co-responsabilidade
Pelo acordo, o Tribunal de Justiça se compromete a ajudar o governo a aumentar a arrecadação e o fará cobrando os devedores do ICMS que estão na divida ativa.
Isso será feito através das novas quatro Varas de Execução que irá instalar.
Esta dívida soma 11,7 bilhões de reais.
Bom senso
Para o futuro líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano, prevaleceu o bom senso.
-- O Judiciário advogava uma conquista inédita. Era natural que não quisesse ceder. Houve momentos de discussão cerrada, mas cada um cedeu um pouco, disse Traiano.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
TJ aceita proposta que pode pôr fim ao impasse do orçamento
A cúpula do Tribunal de Justiça aceitou a contraproposta feita pela equipe de transição do governador eleito Beto Richa em reduzir o que receberia a mais no orçamento do ano que vem por conta da inclusão, na base de cálculo de recursos do Fundo de Participação do Estado.
Segundo o futuro chefe da Casa Civil, deputado Durval Amaral, o TJ aceitou reduzir de 270 milhões para 170 milhões de reais o que receberiam a mais no ano que vem. Os restantes 100 milhões estão condicionados ao aumento da arrecadação.
O próximo passo será negociar com o Ministério Público. A proposta de Richa é reduzir de 87 milhões para 37 milhões. Caso o MP não aceitar a proposta, o que vai prevalecer, segundo Durval Amaral, “é ditadura do caixa”.
Com o acordo com o Tribunal de Justiça acaba o impasse na votação da proposta de orçamento na Assembléia Legislativa. Já se falava, até, em não votar a proposta, fazendo prevalecer em 2.011 o orçamento de 2.010.
Nesta segunda-feira, um pedido de vistas do futuro líder de Beto na Assembléia Legislativa, deputado Ademar Traiano, protelou a votação pela Comissão de Orçamento do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Nereu Moura, do PMDB.
O argumento de Traiano é que o adiamento era necessário para viabilizar o acordo com o TJ.
Nereu Moura rejeitou a emenda apresentada pela bancada lernista que pedia a exclusão do FPE da base de cálculo do percentual a que tem direito o TJ e o MP. Segundo o relator, esta emenda é inconstitucional porque alteraria a Lei de Diretrizes Orçamentária, que é maior que a lei do orçamento.
No voto ganharia
A bancada (atual) governista tem maioria na Comissão de Orçamento, mas se o relatório de Nereu Moura fosse votado, perderia.
É que pelo menos um integrante da atual base governista teria sido “cooptado” para votar como queriam os richistas.
É a deputada Bete Pavin, que não fez segredo que se encontrou com o governador eleito Beto Richa.
Os outros votos são de Nereu Moura e Waldyr Pugliesi, do PMDB, e Luciana Rafagnin, do PT.
PMDB terá que escolher
O futuro líder de Richa, Ademar Traiano, afirmou nesta segunda-feira que o PMDB terá que escolher entre Luiz Cláudio Romanelli e Stephanes Júnior quem será o futuro secretário do Trabalho.
Que o governador eleito não fará esta escolha.
Richa em Maceió
O governador eleito Beto Richa viaja nesta terça-feira a Maceió onde participa, na quarta, do primeiro encontro dos governadores eleitos do PSDB.
Requião nunca mais
Em entrevista à rádio BandNews, nesta segunda-feira, o governador Orlando Pessuti disse que não lhe interessa “reatar” com seu antecessor, Roberto Requião.
Mas que, como democrata que é, está aberto à qualquer demonstração que parta do ex-governador.
Sem custo
Pessuti assegurou, também, que a festa de reinauguração do Palácio Iguaçu, nos dias 18 e 19 de dezembro, nada custará aos cofres públicos.
Que toda a festa – que inclui um megashow da dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó – será bancada pelo Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e outros “parceiros” que, segundo ele, preferem o anonimato.
Provocação
Enquanto isso, Requião continua provocando Pessuti pelo twitter;
“A inauguração do Iguaçu não é palhaçada. É oportunidade para o gov Pessuti dançar o Kuduru. Mas só vale para o aditivo”, escreveu.
Maria Christina na Fundação Cultural
A empresária Maria Christina de Andrade Vieira será a nova presidente da Fundação Cultural de Curitiba. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo prefeito de Curitiba Luciano Ducci.
Maria Christina substituirá Paulino Viapiana, que será o novo secretário da Cultura do Paraná.
Segundo o futuro chefe da Casa Civil, deputado Durval Amaral, o TJ aceitou reduzir de 270 milhões para 170 milhões de reais o que receberiam a mais no ano que vem. Os restantes 100 milhões estão condicionados ao aumento da arrecadação.
O próximo passo será negociar com o Ministério Público. A proposta de Richa é reduzir de 87 milhões para 37 milhões. Caso o MP não aceitar a proposta, o que vai prevalecer, segundo Durval Amaral, “é ditadura do caixa”.
Com o acordo com o Tribunal de Justiça acaba o impasse na votação da proposta de orçamento na Assembléia Legislativa. Já se falava, até, em não votar a proposta, fazendo prevalecer em 2.011 o orçamento de 2.010.
Nesta segunda-feira, um pedido de vistas do futuro líder de Beto na Assembléia Legislativa, deputado Ademar Traiano, protelou a votação pela Comissão de Orçamento do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Nereu Moura, do PMDB.
O argumento de Traiano é que o adiamento era necessário para viabilizar o acordo com o TJ.
Nereu Moura rejeitou a emenda apresentada pela bancada lernista que pedia a exclusão do FPE da base de cálculo do percentual a que tem direito o TJ e o MP. Segundo o relator, esta emenda é inconstitucional porque alteraria a Lei de Diretrizes Orçamentária, que é maior que a lei do orçamento.
No voto ganharia
A bancada (atual) governista tem maioria na Comissão de Orçamento, mas se o relatório de Nereu Moura fosse votado, perderia.
É que pelo menos um integrante da atual base governista teria sido “cooptado” para votar como queriam os richistas.
É a deputada Bete Pavin, que não fez segredo que se encontrou com o governador eleito Beto Richa.
Os outros votos são de Nereu Moura e Waldyr Pugliesi, do PMDB, e Luciana Rafagnin, do PT.
PMDB terá que escolher
O futuro líder de Richa, Ademar Traiano, afirmou nesta segunda-feira que o PMDB terá que escolher entre Luiz Cláudio Romanelli e Stephanes Júnior quem será o futuro secretário do Trabalho.
Que o governador eleito não fará esta escolha.
Richa em Maceió
O governador eleito Beto Richa viaja nesta terça-feira a Maceió onde participa, na quarta, do primeiro encontro dos governadores eleitos do PSDB.
Requião nunca mais
Em entrevista à rádio BandNews, nesta segunda-feira, o governador Orlando Pessuti disse que não lhe interessa “reatar” com seu antecessor, Roberto Requião.
Mas que, como democrata que é, está aberto à qualquer demonstração que parta do ex-governador.
Sem custo
Pessuti assegurou, também, que a festa de reinauguração do Palácio Iguaçu, nos dias 18 e 19 de dezembro, nada custará aos cofres públicos.
Que toda a festa – que inclui um megashow da dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó – será bancada pelo Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e outros “parceiros” que, segundo ele, preferem o anonimato.
Provocação
Enquanto isso, Requião continua provocando Pessuti pelo twitter;
“A inauguração do Iguaçu não é palhaçada. É oportunidade para o gov Pessuti dançar o Kuduru. Mas só vale para o aditivo”, escreveu.
Maria Christina na Fundação Cultural
A empresária Maria Christina de Andrade Vieira será a nova presidente da Fundação Cultural de Curitiba. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo prefeito de Curitiba Luciano Ducci.
Maria Christina substituirá Paulino Viapiana, que será o novo secretário da Cultura do Paraná.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Agora é o PPS que se revolta
O deputado Valdir Rossoni enfrenta mais um problema nas negociações para a composição de sua chapa à presidência da Assembléia Legislativa. Desta vez é o PPS que se revolta. Em entrevista a este hora H, o deputado Marcelo Rangel disse que não interessa ao partido a terceira vice-presidência até porque ocupa este cargo há quatro anos.
-- Não existe esta composição. Se for esta, não temos interesse. O PPS não participa da mesa, afirmou o deputado. Rangel assegurou que o PPS exija nada, mas também “não concorda com a estrutura deste jeito”.
-- A terceira vice-presidência ou a terceira secretaria não nos interessa, reafirmou.
Aliado de primeira hora
O deputado, que segundo Rossoni, seria seu terceiro vice – o primeiro seria Artagão Júnior, do PMDB; e o segundo, Augustinho Zucchi, do PDT – não assumiu que a revolta tem a ver com a entrada do PMDB na composição da chapa.
Mas destacou que seu partido foi um aliado de primeira hora de Rossoni.
-- Qualquer composição com outros partidos tem ônus e bônus. O PMDB fez um pleito que acha direito e o PPS também. A presença do PMDB não é um empecilho, o que está errado é o PPS participar de um cargo que não lhe interessa, afirmou.
-- Não existe esta composição. Se for esta, não temos interesse. O PPS não participa da mesa, afirmou o deputado. Rangel assegurou que o PPS exija nada, mas também “não concorda com a estrutura deste jeito”.
-- A terceira vice-presidência ou a terceira secretaria não nos interessa, reafirmou.
Aliado de primeira hora
O deputado, que segundo Rossoni, seria seu terceiro vice – o primeiro seria Artagão Júnior, do PMDB; e o segundo, Augustinho Zucchi, do PDT – não assumiu que a revolta tem a ver com a entrada do PMDB na composição da chapa.
Mas destacou que seu partido foi um aliado de primeira hora de Rossoni.
-- Qualquer composição com outros partidos tem ônus e bônus. O PMDB fez um pleito que acha direito e o PPS também. A presença do PMDB não é um empecilho, o que está errado é o PPS participar de um cargo que não lhe interessa, afirmou.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Beto aceita “pacote” e PMDB fará parte de seu governo
A bancada do PMDB apresentou oficialmente ao governador eleito Beto Richa seu “pacote” de reivindicações para fazer parte de seu governo. Além da primeira vice-presidência na chapa de Valdir Rossoni, os peemedebistas querem a Secretaria do Trabalho.
Os peemedebistas (com exceção de Caito Quintana e Artagão de Mattos Leão Júnior, que estavam viajando) se reuniram à noite com Beto e, segundo seu futuro líder na Assembléia Legislativa, Ademar Traiano, o governador eleito ficou “sensibilizado” com a aproximação.
-- O PMDB na base de apoio garante a governabilidade, avalia Traiano.
Os nomes do PMDB
Como antecipamos na coluna de quarta-feira, os nomes do PMDB são Artagão de Mattos Leão Junior como vice de Rossoni; e Luiz Cláudio Romanelli ou Stephanes Júnior para a Secretaria do Trabalho.
PMDB foi procurado
O líder da bancada e presidente do PMDB paranaense, deputado Waldyr Pugliesi, disse que a decisão de uma aproximação com Beto Richa se deu porque o partido foi procurado.
Não se ofereceu.
A decisão foi tomada numa reunião da bancada, e, segundo Pugliesi foi por maioria.
-- Como presidente do partido e líder da bancada tenho que submeter a voto e tenho que cumprir a decisão, justificou.
Pugliesi esclarece que os nomes de Romanelli e Stephanes Júnior não foram oferecidos a Beto Richa pelo PMDB, mas sim porque os dois deputados manifestaram o desejo de ser secretário.
Quem quiser fazer oposição...
O fato de o PMDB integrar o governo não significa que todos os deputados estarão alinhados automaticamente a Beto Richa.
Segundo o presidente do partido, Waldyr Pugliesi, os deputados estarão liberados ou para compor o governo ou, se assim quiserem, fazer oposição.
Beto é habilidoso
Pugliesi conhece Beto Richa desde que ele era criança, já que junto com seu pai, o ex-governador José Richa, organizou o MDB no Paraná.
O Beto político, segundo Pugliesi, é “habilidoso e trata os temas com seriedade”.
-- Ele está convencido que fará um bom governo e reconhece a presença forte do PMDB em todo Estado. Dá importância grande ao PMDB, e, para ele, mesmo que não tenha apoio unânime, é importante não ter a organização partidária contra, afirmou.
O que fazer com Zucchi?
O deputado Valdir Rossoni vai conversar na próxima segunda-feira com o deputado Augustinho Zucchi, do PDT, a quem convidou para ser seu vice na Assembléia Legislativa.
Espera que Zucchi entenda que a decisão de dar o cargo ao PMDB não é sua, mas sim uma composição de governo.
Zucchi seria, então, contemplado com a segunda vice-presidência.
-- Não era a minha intenção. Gostaria de ter Zucchi como vice pela sua experiência, o que me daria tranquilidade para trabalhar as questões da Casa. Mas não vamos abandonar um companheiro de primeira hora, assegurou.
Chapa quase completa
Caso haja um entendimento com o deputado do PDT, os principais cargos da mesa da Assembléia Legislativa na chapa de Rossoni já estão definidos.
Além de Artagão Júnior na primeira vice-presidência e Augustinho Zucchi na segunda vice-presidência, farão parte da mesa os deputados Marcelo Rangel, do PPS, como terceiro vice-presidente; Plauto Miró Guimarães, do DEM, como primeiro secretário; e Reni Pereira, do PSB, como segundo secretário.
As terceira, quarta e quinta secretarias serão oferecidas aos blocos que estão sendo formados por partidos que elegerem um ou dois deputados.
Segundo Rossoni, neste caso vai prevalecer a proporcionalidade.
Beto anuncia mais três nomes
O governador eleito, Beto Richa, anunciou nesta quinta-feira os nomes de mais três integrantes de sua equipe de governo.
O engenheiro civil Airton Maron, funcionário do Porto de Paranaguá há 31 anos, será o novo superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). Marcos Traad, funcionário público do Estado desde 1984, será o novo diretor do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) e o engenheiro e vereador Omar Sabbag será o diretor superintendente do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec).
TC elege Fernando Guimarães
O Tribunal de Contas elegeu nesta quinta-feira sua nova diretoria.
O novo presidente será o conselheiro Fernando Guimarães, que terá como vice Artagão de Mattos Leão.
O corregedor-geral será o conselheiro Nestor Baptista.
A nova diretoria, com mandato de dois anos, assume no dia 13 de janeiro e substitui Hermas Brandão (presidente), Fernando Guimarães (vice) e Caio Soares (corregedor).
Os peemedebistas (com exceção de Caito Quintana e Artagão de Mattos Leão Júnior, que estavam viajando) se reuniram à noite com Beto e, segundo seu futuro líder na Assembléia Legislativa, Ademar Traiano, o governador eleito ficou “sensibilizado” com a aproximação.
-- O PMDB na base de apoio garante a governabilidade, avalia Traiano.
Os nomes do PMDB
Como antecipamos na coluna de quarta-feira, os nomes do PMDB são Artagão de Mattos Leão Junior como vice de Rossoni; e Luiz Cláudio Romanelli ou Stephanes Júnior para a Secretaria do Trabalho.
PMDB foi procurado
O líder da bancada e presidente do PMDB paranaense, deputado Waldyr Pugliesi, disse que a decisão de uma aproximação com Beto Richa se deu porque o partido foi procurado.
Não se ofereceu.
A decisão foi tomada numa reunião da bancada, e, segundo Pugliesi foi por maioria.
-- Como presidente do partido e líder da bancada tenho que submeter a voto e tenho que cumprir a decisão, justificou.
Pugliesi esclarece que os nomes de Romanelli e Stephanes Júnior não foram oferecidos a Beto Richa pelo PMDB, mas sim porque os dois deputados manifestaram o desejo de ser secretário.
Quem quiser fazer oposição...
O fato de o PMDB integrar o governo não significa que todos os deputados estarão alinhados automaticamente a Beto Richa.
Segundo o presidente do partido, Waldyr Pugliesi, os deputados estarão liberados ou para compor o governo ou, se assim quiserem, fazer oposição.
Beto é habilidoso
Pugliesi conhece Beto Richa desde que ele era criança, já que junto com seu pai, o ex-governador José Richa, organizou o MDB no Paraná.
O Beto político, segundo Pugliesi, é “habilidoso e trata os temas com seriedade”.
-- Ele está convencido que fará um bom governo e reconhece a presença forte do PMDB em todo Estado. Dá importância grande ao PMDB, e, para ele, mesmo que não tenha apoio unânime, é importante não ter a organização partidária contra, afirmou.
O que fazer com Zucchi?
O deputado Valdir Rossoni vai conversar na próxima segunda-feira com o deputado Augustinho Zucchi, do PDT, a quem convidou para ser seu vice na Assembléia Legislativa.
Espera que Zucchi entenda que a decisão de dar o cargo ao PMDB não é sua, mas sim uma composição de governo.
Zucchi seria, então, contemplado com a segunda vice-presidência.
-- Não era a minha intenção. Gostaria de ter Zucchi como vice pela sua experiência, o que me daria tranquilidade para trabalhar as questões da Casa. Mas não vamos abandonar um companheiro de primeira hora, assegurou.
Chapa quase completa
Caso haja um entendimento com o deputado do PDT, os principais cargos da mesa da Assembléia Legislativa na chapa de Rossoni já estão definidos.
Além de Artagão Júnior na primeira vice-presidência e Augustinho Zucchi na segunda vice-presidência, farão parte da mesa os deputados Marcelo Rangel, do PPS, como terceiro vice-presidente; Plauto Miró Guimarães, do DEM, como primeiro secretário; e Reni Pereira, do PSB, como segundo secretário.
As terceira, quarta e quinta secretarias serão oferecidas aos blocos que estão sendo formados por partidos que elegerem um ou dois deputados.
Segundo Rossoni, neste caso vai prevalecer a proporcionalidade.
Beto anuncia mais três nomes
O governador eleito, Beto Richa, anunciou nesta quinta-feira os nomes de mais três integrantes de sua equipe de governo.
O engenheiro civil Airton Maron, funcionário do Porto de Paranaguá há 31 anos, será o novo superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). Marcos Traad, funcionário público do Estado desde 1984, será o novo diretor do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) e o engenheiro e vereador Omar Sabbag será o diretor superintendente do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec).
TC elege Fernando Guimarães
O Tribunal de Contas elegeu nesta quinta-feira sua nova diretoria.
O novo presidente será o conselheiro Fernando Guimarães, que terá como vice Artagão de Mattos Leão.
O corregedor-geral será o conselheiro Nestor Baptista.
A nova diretoria, com mandato de dois anos, assume no dia 13 de janeiro e substitui Hermas Brandão (presidente), Fernando Guimarães (vice) e Caio Soares (corregedor).
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
PMDB tumultua eleição na Assembléia
A bancada do PMDB na Assembléia Legislativa desistiu de reivindicar a primeira secretaria na chapa liderada pelo tucano Valdir Rossoni. Agora quer a primeira vice-presidência, que Rossoni já ofereceu – publicamente – ao pedetista Augustinho Zucchi.
A decisão dos peemedebistas não foi unânime, mas foi por maioria numa reunião realizada na manhã desta quarta-feira.
No “pacote” do PMDB, além a primeira vice-presidência da Assembléia, um – ou dois – cargos no primeiro escalão do governo Beto Richa.
O vice-presidente seria o deputado Artagão de Mattos Leão Júnior; e os nomes para o secretariado de Beto seriam dos deputados Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho) e Reinhold Stephanes Júnior (Esporte).
Chapa de oposição é viável
Caso não haja um acordo com Rossoni, o PMDB não descarta o lançamento de uma chapa de oposição.
Nos cálculos dos peemedebistas esta chapa é viável, afinal, pode-se se somar os 13 votos da bancada do PMDB, mais os seis da bancada do PT e ainda um do PV (Rasca Rodrigues).
Com 20 votos, o PMDB tem condições de atrair aliados, acreditam os deputados.
Baixo clero se revolta
A bancada do PMDB está unida na reivindicação pela primeira secretaria, mas se divide quando se trata de buscar espaços não só em relação à liderança, mas também nas comissões permanentes da Assembléia Legislativa.
O chamado “baixo clero” da bancada está “cansado” de ser ignorado nas decisões tomadas e até por isso se uniu formando um grupo que, se comenta, já tem maioria para fazer prevalecer as decisões a partir de fevereiro do ano que vem.
Não é uma panela fechada
O deputado Artagão de Mattos Leão seria um dos líderes deste bloco, mas ele nega sua formação.
O que existe, diz ele, é um grupo que se identifica nas idéias e que quer exercer o mandato na sua plenitude.
Este grupo, segundo o deputado, “não é uma panela fechada”.
Aceita quem quer entrar.
Além de influenciar na escolha de um nome para a mesa, o grupo quer a liderança da bancada que, segundo Artagão, pode ser rotativo.
-- Há quatro anos o Pugliesi (Waldyr) é o líder da bancada e há outros deputados que também gostariam de exercer a função, diz o deputado.
Torcendo o nariz
Nem todos os democratas gostaram da indicação do ex-prefeito Cássio Taniguchi como secretário do Planejamento de Beto Richa.
Para muitos deles, não entra na cota do DEM.
Um dos nomes indicados pelo partido é do deputado estadual Osmar Bertoldi, que ficou de mãos abanando.
Ficha suja
E por falar em Cássio Taniguchi houve quem provocou o governador eleito, Beto Richa, nesta quarta-feira na Assembléia Legislativa dizendo que ele “rasgou” o projeto que pretende mandar àquela Casa que determina que todos os integrantes de seu governo sejam “ficha limpa”.
Taniguchi foi condenado este ano pelo Supremo Tribunal Federal por crimes de responsabilidade.
Os crimes foram cometidos quando ele era prefeito de Curitiba, de 1997 a 2000. Taniguchi foi o segundo parlamentar punido desde a promulgação da Constituição de 1988.
Apesar da condenação, Taniguchi não cumpre pena porque os ministros entenderam que os crimes prescreveram em 2004.
Vanhoni, o todo poderoso
Há quem garanta que o deputado federal Angelo Vanhoni, do PT, é o responsável pela indicação dos nomes que irão assumir os cargos federais no Paraná.
Ele já teria a lista completa a ser apresentada à equipe da presidente eleita Dilma Roussef.
A decisão dos peemedebistas não foi unânime, mas foi por maioria numa reunião realizada na manhã desta quarta-feira.
No “pacote” do PMDB, além a primeira vice-presidência da Assembléia, um – ou dois – cargos no primeiro escalão do governo Beto Richa.
O vice-presidente seria o deputado Artagão de Mattos Leão Júnior; e os nomes para o secretariado de Beto seriam dos deputados Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho) e Reinhold Stephanes Júnior (Esporte).
Chapa de oposição é viável
Caso não haja um acordo com Rossoni, o PMDB não descarta o lançamento de uma chapa de oposição.
Nos cálculos dos peemedebistas esta chapa é viável, afinal, pode-se se somar os 13 votos da bancada do PMDB, mais os seis da bancada do PT e ainda um do PV (Rasca Rodrigues).
Com 20 votos, o PMDB tem condições de atrair aliados, acreditam os deputados.
Baixo clero se revolta
A bancada do PMDB está unida na reivindicação pela primeira secretaria, mas se divide quando se trata de buscar espaços não só em relação à liderança, mas também nas comissões permanentes da Assembléia Legislativa.
O chamado “baixo clero” da bancada está “cansado” de ser ignorado nas decisões tomadas e até por isso se uniu formando um grupo que, se comenta, já tem maioria para fazer prevalecer as decisões a partir de fevereiro do ano que vem.
Não é uma panela fechada
O deputado Artagão de Mattos Leão seria um dos líderes deste bloco, mas ele nega sua formação.
O que existe, diz ele, é um grupo que se identifica nas idéias e que quer exercer o mandato na sua plenitude.
Este grupo, segundo o deputado, “não é uma panela fechada”.
Aceita quem quer entrar.
Além de influenciar na escolha de um nome para a mesa, o grupo quer a liderança da bancada que, segundo Artagão, pode ser rotativo.
-- Há quatro anos o Pugliesi (Waldyr) é o líder da bancada e há outros deputados que também gostariam de exercer a função, diz o deputado.
Torcendo o nariz
Nem todos os democratas gostaram da indicação do ex-prefeito Cássio Taniguchi como secretário do Planejamento de Beto Richa.
Para muitos deles, não entra na cota do DEM.
Um dos nomes indicados pelo partido é do deputado estadual Osmar Bertoldi, que ficou de mãos abanando.
Ficha suja
E por falar em Cássio Taniguchi houve quem provocou o governador eleito, Beto Richa, nesta quarta-feira na Assembléia Legislativa dizendo que ele “rasgou” o projeto que pretende mandar àquela Casa que determina que todos os integrantes de seu governo sejam “ficha limpa”.
Taniguchi foi condenado este ano pelo Supremo Tribunal Federal por crimes de responsabilidade.
Os crimes foram cometidos quando ele era prefeito de Curitiba, de 1997 a 2000. Taniguchi foi o segundo parlamentar punido desde a promulgação da Constituição de 1988.
Apesar da condenação, Taniguchi não cumpre pena porque os ministros entenderam que os crimes prescreveram em 2004.
Vanhoni, o todo poderoso
Há quem garanta que o deputado federal Angelo Vanhoni, do PT, é o responsável pela indicação dos nomes que irão assumir os cargos federais no Paraná.
Ele já teria a lista completa a ser apresentada à equipe da presidente eleita Dilma Roussef.
Beto anuncia oito novos secretários
O governador eleito Beto Richa anunciou nesta terça-feira (7) o nome de mais oito novos integrantes de sua equipe de governo. O ex-prefeito de Curitiba Cássio Taniguchi será o Secretário de Estado do Planejamento, Faisal Saleh assumirá a Secretaria de Turismo, Jonel Yurk será o secretário do Meio Ambiente, Paulino Viapiana, da Cultura, Reinaldo de Almeida Cesar assumirá a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Ricardo Barros, a Secretaria da Indústria e do Comércio. Fernanda Richa assumirá a nova Secretaria da Família e do Desenvolvimento Social, que substituirá a Secretaria da Criança e da Juventude. Luiz Tarcísio Mossato Pinto será o novo presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
Novos integrantes do governo Beto Richa
Cassio Taniguchi — PLANEJAMENTO
Engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Um dos responsáveis pela implantação da Cidade Industrial de Curitiba nos anos 1970, foi diretor-presidente da Urbs, empresa de Urbanização de Curitiba, e presidente Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba. Nos anos de 1995/96 foi secretário de Estado do Planejamento. Foi prefeito de Curitiba por dois mandatos, entre 1997 e 2004. Natural de Paraguaçu Paulista (SP), tem 69 anos
Faisal Saleh — TURISMO
Empresário em Foz do Iguaçu, fundou o Instituto Polo Internacional Iguassu, que reúne instituições para fomentar a integração e o desenvolvimento da região da fronteira. Participou da criação e da direção do Conselho Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu, do Iguassu Convention & Visitors Bureau, da Câmara de Comercio Paraguaio- Americana e do Centro de Importadores e Comerciantes Del Alto Paraná, entre outras insituições ligadas à integração e ao turismo. Nasceu em Ponta Grossa, tem 51 anos.
Fernanda Richa — FAMÍLIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL
Bacharel em Direito, presidiu a Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba (2005-2008 e 2009-2010), o Colegiado de Gestores Municipais de Assistência Social, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, o Conselho Municipal da Assistência Social e o Conselho Deliberativo do Fundo Municipal de Apoio ao Deficiente (FAD). Foi vice-presidente do Conselho Municipal da Pessoa Idosa de Curitiba. Nasceu em Curitiba, tem 47 anos.
Natural de Ponta Grossa, é engenheiro civil, mestre em Ciência do Solo. Tem experiência na área de meio ambiente, com ênfase em conservação da natureza e desenvolvimento sustentado, atuando principalmente nos seguintes temas: ecoturismo, unidades de conservação, gestão ambiental e licenciamento ambiental. Foi superintendente do Ibama no Paraná entre 1995 e 1999. Tem diversos trabalhos técnicos sobre meio ambiente publicados. Tem 55 anos.
Paulino Viapiana — CULTURA
Jornalista pós-graduado em Marketing. Foi diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, secretário de redação do jornal Folha de S. Paulo, diretor de Comunicação e Relações Institucionais na TIM Celular Sul, coordenador de Marketing na Secretaria de Estado da Comunicação Social e assessor de Comunicação e Marketing da Telepar. É presidente da Fundação Cultural de Curitiba. Nasceu em Antônio Prado (RS), tem 50 anos.
Reinaldo de Almeida Cesar — SEGURANÇA PÚBLICA
Natural de Ponta Grossa, é delegado de Polícia Federal, bacharel em Direito, pós-graduado em segurança Pública. Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. Foi chefe da divisão de cooperação internacional da PF e responsável pelo escritório central da Interpol no Brasil. Trabalhou no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Foi advogado e professor de Direito Penal na UFPR, chefe de Gabinete do Governador do Paraná e Secretário de Administração e Negócios Jurídicos da Prefeitura de Ponta Grossa. Tem 45 anos.
Ricardo Barros — INDÚSTRIA E COMÉRCIO
Engenheiro civil, foi prefeito de Maringá (1989-1993), vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná e membro do Conselho Superior de Infra-Estrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Em 1994, foi eleito deputado federal e, desde então, reeleito sucessivamente. Em 2010, recebeu 2.190.539 votos para o Senado. Nasceu em Maringá, tem 51 anos.
Luiz Tarcisio Mossato Pinto — IAP
Natural de Jacarezinho, desde 1984 é funcionário público de carreira do Instituto Ambiental do Paraná, onde trabalha na área de licenciamento e fiscalização ambiental na região do Norte Pioneiro. Coordenou os Estudos de Impacto Ambiental das usinas termelétricas de Figueira e Canoas 1 e 2. Contabilista, foi chefe do escritório regional do IAP em Jacarezinho Tem 44 anos.
Novos integrantes do governo Beto Richa
Cassio Taniguchi — PLANEJAMENTO
Engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Um dos responsáveis pela implantação da Cidade Industrial de Curitiba nos anos 1970, foi diretor-presidente da Urbs, empresa de Urbanização de Curitiba, e presidente Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba. Nos anos de 1995/96 foi secretário de Estado do Planejamento. Foi prefeito de Curitiba por dois mandatos, entre 1997 e 2004. Natural de Paraguaçu Paulista (SP), tem 69 anos
Faisal Saleh — TURISMO
Empresário em Foz do Iguaçu, fundou o Instituto Polo Internacional Iguassu, que reúne instituições para fomentar a integração e o desenvolvimento da região da fronteira. Participou da criação e da direção do Conselho Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu, do Iguassu Convention & Visitors Bureau, da Câmara de Comercio Paraguaio- Americana e do Centro de Importadores e Comerciantes Del Alto Paraná, entre outras insituições ligadas à integração e ao turismo. Nasceu em Ponta Grossa, tem 51 anos.
Fernanda Richa — FAMÍLIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL
Bacharel em Direito, presidiu a Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba (2005-2008 e 2009-2010), o Colegiado de Gestores Municipais de Assistência Social, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, o Conselho Municipal da Assistência Social e o Conselho Deliberativo do Fundo Municipal de Apoio ao Deficiente (FAD). Foi vice-presidente do Conselho Municipal da Pessoa Idosa de Curitiba. Nasceu em Curitiba, tem 47 anos.
Natural de Ponta Grossa, é engenheiro civil, mestre em Ciência do Solo. Tem experiência na área de meio ambiente, com ênfase em conservação da natureza e desenvolvimento sustentado, atuando principalmente nos seguintes temas: ecoturismo, unidades de conservação, gestão ambiental e licenciamento ambiental. Foi superintendente do Ibama no Paraná entre 1995 e 1999. Tem diversos trabalhos técnicos sobre meio ambiente publicados. Tem 55 anos.
Paulino Viapiana — CULTURA
Jornalista pós-graduado em Marketing. Foi diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, secretário de redação do jornal Folha de S. Paulo, diretor de Comunicação e Relações Institucionais na TIM Celular Sul, coordenador de Marketing na Secretaria de Estado da Comunicação Social e assessor de Comunicação e Marketing da Telepar. É presidente da Fundação Cultural de Curitiba. Nasceu em Antônio Prado (RS), tem 50 anos.
Reinaldo de Almeida Cesar — SEGURANÇA PÚBLICA
Natural de Ponta Grossa, é delegado de Polícia Federal, bacharel em Direito, pós-graduado em segurança Pública. Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. Foi chefe da divisão de cooperação internacional da PF e responsável pelo escritório central da Interpol no Brasil. Trabalhou no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Foi advogado e professor de Direito Penal na UFPR, chefe de Gabinete do Governador do Paraná e Secretário de Administração e Negócios Jurídicos da Prefeitura de Ponta Grossa. Tem 45 anos.
Ricardo Barros — INDÚSTRIA E COMÉRCIO
Engenheiro civil, foi prefeito de Maringá (1989-1993), vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná e membro do Conselho Superior de Infra-Estrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Em 1994, foi eleito deputado federal e, desde então, reeleito sucessivamente. Em 2010, recebeu 2.190.539 votos para o Senado. Nasceu em Maringá, tem 51 anos.
Luiz Tarcisio Mossato Pinto — IAP
Natural de Jacarezinho, desde 1984 é funcionário público de carreira do Instituto Ambiental do Paraná, onde trabalha na área de licenciamento e fiscalização ambiental na região do Norte Pioneiro. Coordenou os Estudos de Impacto Ambiental das usinas termelétricas de Figueira e Canoas 1 e 2. Contabilista, foi chefe do escritório regional do IAP em Jacarezinho Tem 44 anos.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
PMDB órfão de pai e mãe
A briga entre o ex-governador Roberto Requião e seu sucessor, Orlando Pessuti, abriu um vazio no PMDB paranaense que, atestam alguns peemedebistas, está sem comando. Órfão de pai e mãe. Quem mais se ressente da falta de uma liderança são os deputados estaduais e até por isso aceitam abrigo oferecido, por exemplo, pelo futuro governador Beto Richa.
Os deputados não que Requião ou Pessuti retomem o comando do partido. Como diz o deputado Nereu Moura, os dois trocam tiros como se estivessem no “Complexo do Alemão”.
Mas não só isso.
Eleito senador, a tendência de Requião é “sossegar” em Brasília, enquanto Pessuti está “fragilizado” até porque não será ministro do governo Lula como esperava.
A falta de comando no PMDB se reflete na bancada estadual que, fragilizada, está desunida e até por isso não consegue fazer valer sua reivindicação de ficar com a primeira secretaria da futura mesa da Assembléia.
E por estar fragilizada dificilmente terá uma posição unânime quanto ao comportamento em relação ao governo Beto Richa que, segundo Nereu Moura, deve ser de oposição, como determinaram as urnas de 3 de outubro.
Mais um problema para Beto
A equipe de transição do governador eleito Beto Richa está tentando negociar com o Poder Judiciário a retirada do Fundo de Participação dos Estados da base de cálculo do percentual que tem direito no orçamento do Estado.
É que vai representar um acréscimo de 270 milhões de reais/ano para o Poder Judiciário e 80 milhões de reais/ano para o Ministério Público.
Somados, são 350 milhões de reais que faltarão para as áreas de saúde, educação e segurança pública, segundo o futuro chefe da Casa Civil, Durval Amaral.
Em quatro anos serão 1, 4 bilhão de reais que terão apenas uma destinação: engordar os salários no Poder Judiciário e no Ministério Público.
Apenas uma ficção
Ao encaminhar a proposta de orçamento para 2.011 à Assembléia Legislativa o próprio governador Orlando Pessuti destacou que “não existem o financeiro”, portanto é “fictício” o aumento da base de cálculo do percentual do Poder Judiciário.
Até por isso a equipe de transição do governador eleito Beto Richa tenta negociar um acordo com a cúpula do Poder Judiciário.
A proposta, segundo Durval Amaral, é que este repasse seja feito de forma gradual.
O primeiro passe seria dado nesta terça-feira, mas o encontro foi cancelado com a justificativa que o presidente daquele poder, Celso Rotoli de Macedo, está viajando.
Fica como está
O relator da proposta de Orçamento, deputado Nereu Moura, já avisou que não vai acatar a emenda proposta pela base de Richa que retira da Lei de Diretrizes Orçamentária a nova base de cálculo para o Poder Judiciário.
Segundo ele, não poderia acatar a emenda porque a LDO é a “lei maior” e não pode ser alterada pela proposta de orçamento.
Sem orçamento
Caso não haja um acordo com o Poder Judiciário a bancada richista não descarta derrubar a proposta de orçamento a ser votada na próxima semana.
Neste caso prevaleceria o orçamento deste ano.
-- Se não resolver esta situação o Paraná segue os passos do Rio Grande do Sul que quebrou justamente por este motivo, diz um aliado de Richa.
Reinaldo na Segurança
A informação não é oficial, mas há quem dê como certa a indicação do presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Reinaldo de Almeida Cesar, como secretário de Segurança do governo Beto Richa.
Quando assumiu o governo, Orlando Pessuti chegou a convidá-lo para o cargo, mas Reinaldo declinou.
Reinaldo de Almeida Cesar é filho de um peemedebista histórico – o ex-deputado Djalma de Almeida Cesar, de Ponta Grossa.
Na campanha presidencial de 2.006 ele foi chefe de segurança do então candidato tucano Geraldo Alckmin.
PP à espera de Beto
O presidente do PP paranaense, deputado Ricardo Barros, está à espera de uma decisão do governador eleito Beto Richa para apresentar nomes do partido para a futura equipe de governo.
Segundo o deputado, já houve conversas, mas o futuro governador ainda não definiu o espaço do PP.
Barros entende que montar um governo é uma “questão complexa” até por isso o PP decidiu esperar.
No governo Dilma Roussef o PP deve manter o Ministério das Cidades e a indicação do partido recai sobre o deputado baiano Mário Negro Monte.
PMDB entra em recesso
O PMDB paranaense estará em recesso a partir do dia 13 de dezembro. Volta a reabrir sua sede, na Vicente Machado, no dia 13 de janeiro.
Segundo o presidente estadual do partido, deputado Waldyr Pugliesi, a iniciativa é em virtude do recesso de final de ano. Durante este período haverá apenas atendimento telefônico – (41) 3072-1515.
Convites para a diplomação
Já estão à disposição dos peemedebistas os convites para a solenidade de diplomação dos eleitos em 3 de outubro, que será realizada no dia 17 de dezembro, no teatro Positivo.
O senador eleito Roberto Requião terá direito a 20 convites; os deputados estaduais e federais terão à disposição 15 convites e os suplentes (senador, estadual e federal), cinco convites cada.
Os deputados não que Requião ou Pessuti retomem o comando do partido. Como diz o deputado Nereu Moura, os dois trocam tiros como se estivessem no “Complexo do Alemão”.
Mas não só isso.
Eleito senador, a tendência de Requião é “sossegar” em Brasília, enquanto Pessuti está “fragilizado” até porque não será ministro do governo Lula como esperava.
A falta de comando no PMDB se reflete na bancada estadual que, fragilizada, está desunida e até por isso não consegue fazer valer sua reivindicação de ficar com a primeira secretaria da futura mesa da Assembléia.
E por estar fragilizada dificilmente terá uma posição unânime quanto ao comportamento em relação ao governo Beto Richa que, segundo Nereu Moura, deve ser de oposição, como determinaram as urnas de 3 de outubro.
Mais um problema para Beto
A equipe de transição do governador eleito Beto Richa está tentando negociar com o Poder Judiciário a retirada do Fundo de Participação dos Estados da base de cálculo do percentual que tem direito no orçamento do Estado.
É que vai representar um acréscimo de 270 milhões de reais/ano para o Poder Judiciário e 80 milhões de reais/ano para o Ministério Público.
Somados, são 350 milhões de reais que faltarão para as áreas de saúde, educação e segurança pública, segundo o futuro chefe da Casa Civil, Durval Amaral.
Em quatro anos serão 1, 4 bilhão de reais que terão apenas uma destinação: engordar os salários no Poder Judiciário e no Ministério Público.
Apenas uma ficção
Ao encaminhar a proposta de orçamento para 2.011 à Assembléia Legislativa o próprio governador Orlando Pessuti destacou que “não existem o financeiro”, portanto é “fictício” o aumento da base de cálculo do percentual do Poder Judiciário.
Até por isso a equipe de transição do governador eleito Beto Richa tenta negociar um acordo com a cúpula do Poder Judiciário.
A proposta, segundo Durval Amaral, é que este repasse seja feito de forma gradual.
O primeiro passe seria dado nesta terça-feira, mas o encontro foi cancelado com a justificativa que o presidente daquele poder, Celso Rotoli de Macedo, está viajando.
Fica como está
O relator da proposta de Orçamento, deputado Nereu Moura, já avisou que não vai acatar a emenda proposta pela base de Richa que retira da Lei de Diretrizes Orçamentária a nova base de cálculo para o Poder Judiciário.
Segundo ele, não poderia acatar a emenda porque a LDO é a “lei maior” e não pode ser alterada pela proposta de orçamento.
Sem orçamento
Caso não haja um acordo com o Poder Judiciário a bancada richista não descarta derrubar a proposta de orçamento a ser votada na próxima semana.
Neste caso prevaleceria o orçamento deste ano.
-- Se não resolver esta situação o Paraná segue os passos do Rio Grande do Sul que quebrou justamente por este motivo, diz um aliado de Richa.
Reinaldo na Segurança
A informação não é oficial, mas há quem dê como certa a indicação do presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Reinaldo de Almeida Cesar, como secretário de Segurança do governo Beto Richa.
Quando assumiu o governo, Orlando Pessuti chegou a convidá-lo para o cargo, mas Reinaldo declinou.
Reinaldo de Almeida Cesar é filho de um peemedebista histórico – o ex-deputado Djalma de Almeida Cesar, de Ponta Grossa.
Na campanha presidencial de 2.006 ele foi chefe de segurança do então candidato tucano Geraldo Alckmin.
PP à espera de Beto
O presidente do PP paranaense, deputado Ricardo Barros, está à espera de uma decisão do governador eleito Beto Richa para apresentar nomes do partido para a futura equipe de governo.
Segundo o deputado, já houve conversas, mas o futuro governador ainda não definiu o espaço do PP.
Barros entende que montar um governo é uma “questão complexa” até por isso o PP decidiu esperar.
No governo Dilma Roussef o PP deve manter o Ministério das Cidades e a indicação do partido recai sobre o deputado baiano Mário Negro Monte.
PMDB entra em recesso
O PMDB paranaense estará em recesso a partir do dia 13 de dezembro. Volta a reabrir sua sede, na Vicente Machado, no dia 13 de janeiro.
Segundo o presidente estadual do partido, deputado Waldyr Pugliesi, a iniciativa é em virtude do recesso de final de ano. Durante este período haverá apenas atendimento telefônico – (41) 3072-1515.
Convites para a diplomação
Já estão à disposição dos peemedebistas os convites para a solenidade de diplomação dos eleitos em 3 de outubro, que será realizada no dia 17 de dezembro, no teatro Positivo.
O senador eleito Roberto Requião terá direito a 20 convites; os deputados estaduais e federais terão à disposição 15 convites e os suplentes (senador, estadual e federal), cinco convites cada.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Beto esvazia secretaria oferecida ao PMDB
A Secretaria do Trabalho que teria sido oferecida ao PMDB como forma de atrair o partido para a base aliada do futuro governo será esvaziada pelo governador eleito Beto Richa. A área de Ação Social será incorporada à Secretaria da Família que terá à frente a futura primeira-dama do Estado, Fernanda Richa.
O presidente do PSDB paranaense, deputado Valdir Rossoni, formalizou nesta segunda-feira o convite para que o PMDB integre o governo Richa. O convite foi feito ao presidente estadual do partido, deputado Waldyr Pugliesi.
Nesta segunda-feira, também, o deputado Luiz Cláudio Romanelli negou que tenha recebido um convite de Beto para ser o secretário do Trabalho.
Segundo ele, o encontro que teve com o governador eleito na última quinta-feira, foi para discutir a proposta de orçamento em tramitação na Assembléia Legislativa.
A reunião contou, também, com a presença do relator da proposta de orçamento, deputado Nereu Moura.
PMDB não aceita “sobras”
A eleição da futura mesa executiva da Assembléia Legislativa continua sendo um ponto de atrito entre o PMDB e o deputado tucano Valdir Rossoni, candidato único (pelo menos até agora) à sucessão do presidente Nelson Justus.
De nada adiantou o convite para que o PMDB integre a futura equipe do governador eleito Beto Richa.
Sem a primeira secretaria da Casa “não tem conversa”, dizem os peemedebistas.
Rossoni já se comprometeu com o DEM, que deverá ficar com o segundo cargo mais importante da Assembléia.
Segundo ele, para o PMDB “sobra” ou a terceira vice-presidência ou a terceira secretaria.
-- O PMDB não é um partido que vive de sobras, refutou o deputado Luiz Cláudio Romanelli, candidato à primeira-secretaria, que teve seu nome especulado como provável secretário do Trabalho de Richa.
Na oposição
O presidente do PMDB paranaense e líder da bancada do partido na Assembléia Legislativa, deputado Waldyr Pugliesi, não descartou a possibilidade de o PMDB voltar a articular uma chapa de oposição a Rossoni.
Segundo ele, Rossoni não pode dar como certa sua vitória até porque a eleição só será realizada em 1º de fevereiro.
-- As coisas na política podem até parecer, mas não são definitivas, filosofou.
Obstáculos
O deputado Caito Quintana, líder do governo Pessuti na Assembléia Legislativa, afirma que são tantos os “obstáculos” que os richistas “empurram cada vez mais o PMDB para a oposição”.
-- Não está havendo boa vontade para um entendimento, reclamou.
É pouco
O presidente em exercício da Assembléia Legislativa, deputado Antonio Anibelli, não aceita que seu partido troque a primeira secretaria por um cargo no governo Beto Richa.
-- É muito pouco, afirmou.
PT não vai apoiar Rossoni
O tucano Valdir Rossoni não terá os seis votos do PT na eleição à presidência da Assembléia Legislativa, no dia 1º de fevereiro.
É que o partido decidiu, em seu encontro estadual, se abster de participar da futura mesa e, consequentemente, da votação.
-- Definimos por entender que o candidato apresentado até agora deputado Valdir Rossoni não defende o conjunto de propostas do PT, disse o presidente do partido, deputado Enio Verri.
Em relação ao governo Richa, o PT decidiu que fará uma “oposição qualificada”.
Pessuti vence Beto
O governador Orlando Pessuti teve uma vitória sobre seu sucessor, Beto Richa, na sessão desta segunda-feira da Assembléia Legislativa.
É que conseguiu aprovar dois projetos que a bancada richista fez de tudo para retirar de pauta – a criação da Secretaria da Mulher, e um crédito suplementar de 100 milhões de reais que serão retirados da Secretaria da Fazenda para integralizar o capital da Agência de Fomento.
Outros dois projetos aprovados – e com o aval dos richistas – dizem respeito à Copa do Mundo de 2.014.
Herdeiro
O senador eleito Roberto Requião não terá que brigar por um gabinete no Senado Federal.
Vai herdar o que é hoje ocupado pelo senador Osmar Dias.
Herdeira
A deputada Cida Borghetti, do PP, também será herdeira do gabinete de seu marido, Ricardo Barros, que deixa a Câmara Federal.
Cida, inclusive, ficará com toda a equipe que trabalha com Barros.
O presidente do PSDB paranaense, deputado Valdir Rossoni, formalizou nesta segunda-feira o convite para que o PMDB integre o governo Richa. O convite foi feito ao presidente estadual do partido, deputado Waldyr Pugliesi.
Nesta segunda-feira, também, o deputado Luiz Cláudio Romanelli negou que tenha recebido um convite de Beto para ser o secretário do Trabalho.
Segundo ele, o encontro que teve com o governador eleito na última quinta-feira, foi para discutir a proposta de orçamento em tramitação na Assembléia Legislativa.
A reunião contou, também, com a presença do relator da proposta de orçamento, deputado Nereu Moura.
PMDB não aceita “sobras”
A eleição da futura mesa executiva da Assembléia Legislativa continua sendo um ponto de atrito entre o PMDB e o deputado tucano Valdir Rossoni, candidato único (pelo menos até agora) à sucessão do presidente Nelson Justus.
De nada adiantou o convite para que o PMDB integre a futura equipe do governador eleito Beto Richa.
Sem a primeira secretaria da Casa “não tem conversa”, dizem os peemedebistas.
Rossoni já se comprometeu com o DEM, que deverá ficar com o segundo cargo mais importante da Assembléia.
Segundo ele, para o PMDB “sobra” ou a terceira vice-presidência ou a terceira secretaria.
-- O PMDB não é um partido que vive de sobras, refutou o deputado Luiz Cláudio Romanelli, candidato à primeira-secretaria, que teve seu nome especulado como provável secretário do Trabalho de Richa.
Na oposição
O presidente do PMDB paranaense e líder da bancada do partido na Assembléia Legislativa, deputado Waldyr Pugliesi, não descartou a possibilidade de o PMDB voltar a articular uma chapa de oposição a Rossoni.
Segundo ele, Rossoni não pode dar como certa sua vitória até porque a eleição só será realizada em 1º de fevereiro.
-- As coisas na política podem até parecer, mas não são definitivas, filosofou.
Obstáculos
O deputado Caito Quintana, líder do governo Pessuti na Assembléia Legislativa, afirma que são tantos os “obstáculos” que os richistas “empurram cada vez mais o PMDB para a oposição”.
-- Não está havendo boa vontade para um entendimento, reclamou.
É pouco
O presidente em exercício da Assembléia Legislativa, deputado Antonio Anibelli, não aceita que seu partido troque a primeira secretaria por um cargo no governo Beto Richa.
-- É muito pouco, afirmou.
PT não vai apoiar Rossoni
O tucano Valdir Rossoni não terá os seis votos do PT na eleição à presidência da Assembléia Legislativa, no dia 1º de fevereiro.
É que o partido decidiu, em seu encontro estadual, se abster de participar da futura mesa e, consequentemente, da votação.
-- Definimos por entender que o candidato apresentado até agora deputado Valdir Rossoni não defende o conjunto de propostas do PT, disse o presidente do partido, deputado Enio Verri.
Em relação ao governo Richa, o PT decidiu que fará uma “oposição qualificada”.
Pessuti vence Beto
O governador Orlando Pessuti teve uma vitória sobre seu sucessor, Beto Richa, na sessão desta segunda-feira da Assembléia Legislativa.
É que conseguiu aprovar dois projetos que a bancada richista fez de tudo para retirar de pauta – a criação da Secretaria da Mulher, e um crédito suplementar de 100 milhões de reais que serão retirados da Secretaria da Fazenda para integralizar o capital da Agência de Fomento.
Outros dois projetos aprovados – e com o aval dos richistas – dizem respeito à Copa do Mundo de 2.014.
Herdeiro
O senador eleito Roberto Requião não terá que brigar por um gabinete no Senado Federal.
Vai herdar o que é hoje ocupado pelo senador Osmar Dias.
Herdeira
A deputada Cida Borghetti, do PP, também será herdeira do gabinete de seu marido, Ricardo Barros, que deixa a Câmara Federal.
Cida, inclusive, ficará com toda a equipe que trabalha com Barros.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Beto convida Romanelli para integrar sua equipe de governo
O governador eleito Beto Richa convidou o deputado peemedebista Luiz Cláudio Romanelli para integrar sua equipe de governo. Se aceitar, Romanelli será o secretário do Trabalho. Com isso, Richa poria fim ao impasse da eleição da mesa executiva da Assembléia Legislativa, abrindo caminho para que o tucano Valdir Rossoni feche o acordo com o DEM que, assim como o PMDB, reivindica a primeira-secretaria.
Na avaliação de alguns deputados esta seria uma “jogada de mestre” porque, convidando Romanelli, o futuro governador neutralizaria o deputado que poderia fazer oposição ao seu governo caso perdesse para Plauto Miró Guimarães, do DEM, a indicação como primeiro secretário na chapa de Rossoni.
Romanelli só teria chance de ser o primeiro secretário caso a bancada do PMDB ficasse unida em torno de seu nome. Mas não é o que acontecesse. O próprio deputado Valdir Rossoni revelou recentemente aos jornalistas que “seis ou sete” deputados apoiariam sua candidatura independente de o PMDB integrar sua chapa.
Romanelli foi um dos peemedebistas que apoiou a candidatura de Beto Richa ao governo do Estado em detrimento do senador Osmar Dias, que teve o PMDB em sua chapa.
Como no governo Requião
Caso Romanelli aceite o convite para ser o secretário do Trabalho ele estará ocupando um cargo que durante todo o governo de Roberto Requião foi de um tucano – o deputado Nelson Garcia.
Londrina quer mais
A indicação do deputado Luiz Carlos Hauly como secretário da Fazenda não basta para Londrina, que deu a Beto Richa uma votação histórica em 3 de outubro – 190 mil votos contra 66 mil de Osmar Dias.
Os richistas de Londrina querem mais.
Mas não precisa, necessariamente, que Beto chame outro londrinense para seu secretariado.
O futuro governador poderia trazer um integrante do grupo que o apoiou para a Assembléia Legislativa e, neste caso, seria Tercilio Turini, que é o primeiro suplente do PPS.
Neste caso, Richa teria que chamar um deputado estadual do partido de Rubens Bueno para sua equipe.
Nos planos de Richa o convite seria feito a um deputado federal do PPS – Cesar Silvestri ou Rubens Bueno.
Fruet perde força
A análise é dos próprios tucanos: se Gustavo Richa compor o secretariado de Beto Richa ficaria de fora da disputa pela Prefeitura de Curitiba nas eleições de 2.012.
Com isso, prevaleceria a aliança de Richa com seu sucessor no Palácio 29 de Março, Luciano Ducci, do PSB.
Fruet perderia força, também, porque não contaria com o apoio de Luiz Carlos Hauly, que foi quem “bancou” sua candidatura ao Senado.
A avaliação que se faz é que Hauly, como integrante da equipe de Beto Richa, dificilmente brigaria novamente pela candidatura de Fruet.
De olho em 2.014
O PT paranaense realiza nesta sábado sua primeira reunião do diretório depois das eleições.
Em pauta, o futuro do partido, que passa pelas eleições de 2.012 e, principalmente, 2.014.
O presidente regional do partido, deputado Enio Verri, afirma que o PT vai disputar as próximas eleições e tem nomes para isso.
Afinal, faz as contas, tem cinco deputados federais, seis estaduais, uma senadora, três ministros, “todos com condições de ser candidato ao governo do Estado e ao Senado”.
Memória curta (I)
Uma pesquisa feita pelo Tribunal Superior Eleitoral revela que boa parte dos eleitores brasileiros já não se lembra mais em quem votou nas eleições deste ano.
O esquecimento é maior em relação aos cargos de deputado estadual, no qual 23% dos eleitores entrevistados não lembraram o candidato escolhido na hora do voto. Em segundo lugar com maior grau de esquecimento foram os votos dados para deputado federal, onde 21,7% afirmaram que não se lembram em quem votou.
No caso de senador, o esquecimento ficou em torno de 20,6% dos entrevistados.
Memória curta (II)
A pesquisa foi realizada com duas mil entrevistas divididas nas cinco regiões do país e em 24 estados.
Segundo o TSE, um sorteio aleatório selecionou 136 municípios dentro desse universo para entrevistar as pessoas logo após o segundo turno das eleições.
A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 7 de novembro e tem margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.
Os entrevistados tinham entre 16 e 70 anos com variação de escolaridade entre a 4ª séria do ensino fundamental e o ensino superior completo. A maioria dos entrevistados – 32% - declarou ter o ensino médio completo.
Na avaliação de alguns deputados esta seria uma “jogada de mestre” porque, convidando Romanelli, o futuro governador neutralizaria o deputado que poderia fazer oposição ao seu governo caso perdesse para Plauto Miró Guimarães, do DEM, a indicação como primeiro secretário na chapa de Rossoni.
Romanelli só teria chance de ser o primeiro secretário caso a bancada do PMDB ficasse unida em torno de seu nome. Mas não é o que acontecesse. O próprio deputado Valdir Rossoni revelou recentemente aos jornalistas que “seis ou sete” deputados apoiariam sua candidatura independente de o PMDB integrar sua chapa.
Romanelli foi um dos peemedebistas que apoiou a candidatura de Beto Richa ao governo do Estado em detrimento do senador Osmar Dias, que teve o PMDB em sua chapa.
Como no governo Requião
Caso Romanelli aceite o convite para ser o secretário do Trabalho ele estará ocupando um cargo que durante todo o governo de Roberto Requião foi de um tucano – o deputado Nelson Garcia.
Londrina quer mais
A indicação do deputado Luiz Carlos Hauly como secretário da Fazenda não basta para Londrina, que deu a Beto Richa uma votação histórica em 3 de outubro – 190 mil votos contra 66 mil de Osmar Dias.
Os richistas de Londrina querem mais.
Mas não precisa, necessariamente, que Beto chame outro londrinense para seu secretariado.
O futuro governador poderia trazer um integrante do grupo que o apoiou para a Assembléia Legislativa e, neste caso, seria Tercilio Turini, que é o primeiro suplente do PPS.
Neste caso, Richa teria que chamar um deputado estadual do partido de Rubens Bueno para sua equipe.
Nos planos de Richa o convite seria feito a um deputado federal do PPS – Cesar Silvestri ou Rubens Bueno.
Fruet perde força
A análise é dos próprios tucanos: se Gustavo Richa compor o secretariado de Beto Richa ficaria de fora da disputa pela Prefeitura de Curitiba nas eleições de 2.012.
Com isso, prevaleceria a aliança de Richa com seu sucessor no Palácio 29 de Março, Luciano Ducci, do PSB.
Fruet perderia força, também, porque não contaria com o apoio de Luiz Carlos Hauly, que foi quem “bancou” sua candidatura ao Senado.
A avaliação que se faz é que Hauly, como integrante da equipe de Beto Richa, dificilmente brigaria novamente pela candidatura de Fruet.
De olho em 2.014
O PT paranaense realiza nesta sábado sua primeira reunião do diretório depois das eleições.
Em pauta, o futuro do partido, que passa pelas eleições de 2.012 e, principalmente, 2.014.
O presidente regional do partido, deputado Enio Verri, afirma que o PT vai disputar as próximas eleições e tem nomes para isso.
Afinal, faz as contas, tem cinco deputados federais, seis estaduais, uma senadora, três ministros, “todos com condições de ser candidato ao governo do Estado e ao Senado”.
Memória curta (I)
Uma pesquisa feita pelo Tribunal Superior Eleitoral revela que boa parte dos eleitores brasileiros já não se lembra mais em quem votou nas eleições deste ano.
O esquecimento é maior em relação aos cargos de deputado estadual, no qual 23% dos eleitores entrevistados não lembraram o candidato escolhido na hora do voto. Em segundo lugar com maior grau de esquecimento foram os votos dados para deputado federal, onde 21,7% afirmaram que não se lembram em quem votou.
No caso de senador, o esquecimento ficou em torno de 20,6% dos entrevistados.
Memória curta (II)
A pesquisa foi realizada com duas mil entrevistas divididas nas cinco regiões do país e em 24 estados.
Segundo o TSE, um sorteio aleatório selecionou 136 municípios dentro desse universo para entrevistar as pessoas logo após o segundo turno das eleições.
A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 7 de novembro e tem margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.
Os entrevistados tinham entre 16 e 70 anos com variação de escolaridade entre a 4ª séria do ensino fundamental e o ensino superior completo. A maioria dos entrevistados – 32% - declarou ter o ensino médio completo.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
PMDB pode integrar governo Richa
Até como forma de atrair, senão toda, pelo menos a maioria dos parlamentares que vão integrar a bancada do PMDB na Assembléia Legislativa a partir de 1º de fevereiro, o governador eleito Beto Richa pode chamar um deputado do partido para integrar sua equipe de governo.
O presidente do PSDB paranaense e futuro presidente da Assembléia, deputado Valdir Rossoni, foi quem defendeu esta tese e, segundo ele, Beto Richa, admitiu a possibilidade.
A adesão do PMDB é, segundo Rossoni, importante para a “governabilidade”.
Dos treze deputados eleitos pelo PMDB três já estão com Beto Richa desde a campanha eleitoral – Alexandre Curi, Luiz Cláudio Romanelli e Stephanes Júnior. Outros seis já teriam manifestado “desejo” de compor com o futuro governo – Cleiton Kielse, Jonas Guimarães, Luiz Eduardo Cheida, Teruo Kato, Artagão de Mattos Leão Júnior e Anibelli Neto.
Os “resistentes” seriam Waldyr Pugliesi, Caito Quintana, Nereu Moura e Ademir Bier.
Não comenta
O presidente do PMDB paranaense e líder da bancada na Assembléia Legislativa, deputado Waldyr Pugliesi, não quis comentar a possibilidade de o partido integrar o governo Richa.
Segundo ele, só falará quando a bancada decidir, por maioria, a posição a ser adotada no ano que vem.
Mas antes de qualquer coisa – disse Pugliesi – o PMDB vai decidir, na semana que vem, sua posição em relação à eleição da mesa da Assembléia.
A relação com o governo Richa fica para “bem mais tarde”, disse Pugliesi, que não descartou que esta decisão passe pelo diretório do PMDB.
PT seria beneficiado
Se Beto Richa chamar um deputado do PMDB para compor seu governo quem leva vantagem é o PT, já que o primeiro suplente da coligação que apoiou a candidatura do senador Osmar Dias é o deputado Elton Welter.
O PT passaria, assim, a ter uma bancada de sete deputados.
Por um triz
O governo Pessuti pagou nesta quarta-feira uma dívida de 1,1 milhão de reais junto a Embratel, que chegou a ameaçar cortar o sinal da TV Educativa por conta da dívida que se arrastava há quatro meses.
No entanto, por falta de pagamento, o sinal da Educativa não é mais transmitido pela Sky.
Mesquinharia
Na semana passada o governador Orlando Pessuti chamou de volta para a Casa Civil os seis funcionários que estavam à disposição do Provopar, esvaziando a entidade.
Mais uma vingança contra ao seu antecessor, Roberto Requião, já que o Provopar é dirigido pela irmã do ex-governador, Lucia Arruda.
Pessuti tentou, desde que assumiu o governo, tirar o cargo de Lucia para passá-lo à sua mulher, dona Regina.
Lucia Arruda se negou abrir mão do cargo sob o argumento que cumpre um mandato para o qual foi eleita e que termina em 31 de dezembro.
Pensão para viúvas
A Assembléia Legislativa aprovou nesta quarta-feira projeto de autoria do deputado Antonio Anibelli, do PMDB, que regulamenta o pagamento de pensão às viúvas de ex-governadores.
O projeto foi apresentado, segundo ele, a pedido da família do ex-governador Adolpho de Oliveira Franco depois que o Tribunal de Contas do Estado determinou à Secretaria de Administração que cortasse a pensão de sua viúva.
Adolpho de Oliveira Franco, que morreu em 2.008, aos 92 anos, foi governador do Paraná de 1º de maio de 1955 a 31 de janeiro de 1956. Ele foi eleito pela Assembléia Legislativa para completar o mandato de Munhoz da Rocha.
Segundo a assessoria, o TC recebeu consulta da Secretaria da Administração e se manifestou pelo cancelamento da pensão da viúva do ex-governador – Rosa Macedo de Oliveira Franco – porque, conforme determina o artigo 1º da lei estadual 10.369/93, o benefício só é concedido a governadores que exerceram um mandato de pelo menos um ano. O governador Adolpho de Oliveira Franco permaneceu no cargo por nove meses.
A assessoria informou, ainda, que o cancelamento do ato de pensão ocorreu antes que se efetuasse o registro pelo Tribunal de Contas.
Pensão para viúvas (II)
Outro caso de pagamento de pensão a viúvas de ex-governadores analisado pelo TC foi de dona Nice Braga, que herdou do ex-governador Ney Braga quatro aposentadorias – Ministério do Exército, Itaipu, Senado e governo do Estado.
As quatro aposentadorias somadas (R$ 21.925,08) ultrapassavam, à época, o teto constitucional.
Dona Nice entrou com um recurso em 2.007 e o TC reviu sua decisão determinando o pagamento desde que fosse adequado ao teto constitucional.
Título a Maristela
Também por unanimidade, a Assembléia Legislativa aprovou nesta quarta-feira projeto do deputado Antonio Anibelli que concede o título de Cidadã Honorária do Paraná a Maristela Requião.
Anibelli destacou o trabalho realizado pela ex-primeira dama nos três governos de Roberto Requião e disse que Maristela “representa a dignidade das mulheres paranaenses”.
Bibinho quer direito de resposta
O deputado Jocelito Canto, do PTB, foi à tribuna da Assembléia Legislativa na sessão desta quarta-feira para revelar que fez uma visita ao ex-diretor-geral da Casa, Abib Miguel, o Bibinho, preso no Batalhão da Polícia Militar.
A intenção – disse – era entrevistá-lo para seu programa de rádio que leva ao ar em Ponta Grossa.
Não conseguiu a entrevista porque teria que ser autorizada pela justiça.
No entanto, contou Jocelito, Bibinho lhe entregou cópia de um documento, protocolado no Poder Judiciário, no qual pede direito de resposta ao jornal “Gazeta do Povo”.
De olho em Itaipu
Do blog do jornalista Lauro Jardim na veja.com: “Osmar Dias ganhou um concorrente de peso na disputa pela presidência de Itaipu, Orlando Pessuti. Enquanto o PDT não batalha pela indicação de Dias, Pessuti vai arrebanhando o apoio de partidos que fazem parte de seu governo no Paraná”.
O presidente do PSDB paranaense e futuro presidente da Assembléia, deputado Valdir Rossoni, foi quem defendeu esta tese e, segundo ele, Beto Richa, admitiu a possibilidade.
A adesão do PMDB é, segundo Rossoni, importante para a “governabilidade”.
Dos treze deputados eleitos pelo PMDB três já estão com Beto Richa desde a campanha eleitoral – Alexandre Curi, Luiz Cláudio Romanelli e Stephanes Júnior. Outros seis já teriam manifestado “desejo” de compor com o futuro governo – Cleiton Kielse, Jonas Guimarães, Luiz Eduardo Cheida, Teruo Kato, Artagão de Mattos Leão Júnior e Anibelli Neto.
Os “resistentes” seriam Waldyr Pugliesi, Caito Quintana, Nereu Moura e Ademir Bier.
Não comenta
O presidente do PMDB paranaense e líder da bancada na Assembléia Legislativa, deputado Waldyr Pugliesi, não quis comentar a possibilidade de o partido integrar o governo Richa.
Segundo ele, só falará quando a bancada decidir, por maioria, a posição a ser adotada no ano que vem.
Mas antes de qualquer coisa – disse Pugliesi – o PMDB vai decidir, na semana que vem, sua posição em relação à eleição da mesa da Assembléia.
A relação com o governo Richa fica para “bem mais tarde”, disse Pugliesi, que não descartou que esta decisão passe pelo diretório do PMDB.
PT seria beneficiado
Se Beto Richa chamar um deputado do PMDB para compor seu governo quem leva vantagem é o PT, já que o primeiro suplente da coligação que apoiou a candidatura do senador Osmar Dias é o deputado Elton Welter.
O PT passaria, assim, a ter uma bancada de sete deputados.
Por um triz
O governo Pessuti pagou nesta quarta-feira uma dívida de 1,1 milhão de reais junto a Embratel, que chegou a ameaçar cortar o sinal da TV Educativa por conta da dívida que se arrastava há quatro meses.
No entanto, por falta de pagamento, o sinal da Educativa não é mais transmitido pela Sky.
Mesquinharia
Na semana passada o governador Orlando Pessuti chamou de volta para a Casa Civil os seis funcionários que estavam à disposição do Provopar, esvaziando a entidade.
Mais uma vingança contra ao seu antecessor, Roberto Requião, já que o Provopar é dirigido pela irmã do ex-governador, Lucia Arruda.
Pessuti tentou, desde que assumiu o governo, tirar o cargo de Lucia para passá-lo à sua mulher, dona Regina.
Lucia Arruda se negou abrir mão do cargo sob o argumento que cumpre um mandato para o qual foi eleita e que termina em 31 de dezembro.
Pensão para viúvas
A Assembléia Legislativa aprovou nesta quarta-feira projeto de autoria do deputado Antonio Anibelli, do PMDB, que regulamenta o pagamento de pensão às viúvas de ex-governadores.
O projeto foi apresentado, segundo ele, a pedido da família do ex-governador Adolpho de Oliveira Franco depois que o Tribunal de Contas do Estado determinou à Secretaria de Administração que cortasse a pensão de sua viúva.
Adolpho de Oliveira Franco, que morreu em 2.008, aos 92 anos, foi governador do Paraná de 1º de maio de 1955 a 31 de janeiro de 1956. Ele foi eleito pela Assembléia Legislativa para completar o mandato de Munhoz da Rocha.
Segundo a assessoria, o TC recebeu consulta da Secretaria da Administração e se manifestou pelo cancelamento da pensão da viúva do ex-governador – Rosa Macedo de Oliveira Franco – porque, conforme determina o artigo 1º da lei estadual 10.369/93, o benefício só é concedido a governadores que exerceram um mandato de pelo menos um ano. O governador Adolpho de Oliveira Franco permaneceu no cargo por nove meses.
A assessoria informou, ainda, que o cancelamento do ato de pensão ocorreu antes que se efetuasse o registro pelo Tribunal de Contas.
Pensão para viúvas (II)
Outro caso de pagamento de pensão a viúvas de ex-governadores analisado pelo TC foi de dona Nice Braga, que herdou do ex-governador Ney Braga quatro aposentadorias – Ministério do Exército, Itaipu, Senado e governo do Estado.
As quatro aposentadorias somadas (R$ 21.925,08) ultrapassavam, à época, o teto constitucional.
Dona Nice entrou com um recurso em 2.007 e o TC reviu sua decisão determinando o pagamento desde que fosse adequado ao teto constitucional.
Título a Maristela
Também por unanimidade, a Assembléia Legislativa aprovou nesta quarta-feira projeto do deputado Antonio Anibelli que concede o título de Cidadã Honorária do Paraná a Maristela Requião.
Anibelli destacou o trabalho realizado pela ex-primeira dama nos três governos de Roberto Requião e disse que Maristela “representa a dignidade das mulheres paranaenses”.
Bibinho quer direito de resposta
O deputado Jocelito Canto, do PTB, foi à tribuna da Assembléia Legislativa na sessão desta quarta-feira para revelar que fez uma visita ao ex-diretor-geral da Casa, Abib Miguel, o Bibinho, preso no Batalhão da Polícia Militar.
A intenção – disse – era entrevistá-lo para seu programa de rádio que leva ao ar em Ponta Grossa.
Não conseguiu a entrevista porque teria que ser autorizada pela justiça.
No entanto, contou Jocelito, Bibinho lhe entregou cópia de um documento, protocolado no Poder Judiciário, no qual pede direito de resposta ao jornal “Gazeta do Povo”.
De olho em Itaipu
Do blog do jornalista Lauro Jardim na veja.com: “Osmar Dias ganhou um concorrente de peso na disputa pela presidência de Itaipu, Orlando Pessuti. Enquanto o PDT não batalha pela indicação de Dias, Pessuti vai arrebanhando o apoio de partidos que fazem parte de seu governo no Paraná”.
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